6 Sinais de que você precisa repensar os benefícios corporativos da sua empresa

repensar os benefícios corporativos

Grande parte dos funcionários se sente pertencente à empresa e orgulhoso de integrar a equipe por causa, dentre outros fatores, dos benefícios corporativos.

É o que mostra uma pesquisa da empresa de consultoria Willis Tower Watson, que diz que 78% dos funcionários afirmaram que são mais propensos a permanecer com seu empregador por causa de seu programa de benefícios.

Mas será que os auxílios que a empresa oferece estão de acordo com as necessidades reais dos funcionários? Há quanto tempo você não revisa seu programa ou faz uma pesquisa com o pessoal para entender suas demandas?

Veja agora alguns sinais de que você precisa reavaliar sua política e como fazer um diagnóstico junto ao setor de gestão de pessoas.

6 sinais de que você precisa repensar os benefícios da sua empresa

É essencial que, de tempos em tempos, a equipe de RH faça um diagnóstico para avaliar o programa de benefícios corporativos. Afinal, investir em auxílios aos empregados não é barato e, se eles não são aproveitados, você está perdendo dinheiro.

O mercado muda e as necessidades das pessoas também, por isso, um benefício oferecido anos atrás pode não ser mais atrativo atualmente. Imagine agora oferecer acesso gratuito a um clube recreativo em plena pandemia, por exemplo.

Uma gestão humanizada é aquela que considera os reais interesses dos colaboradores – tanto individualmente como em grupo – e consegue alinhar essas necessidades aos objetivos estratégicos empresariais.

Diante disso, veja o que avaliar durante seu diagnóstico:

1.  Seu índice de turnover é alto

Se a empresa tem uma alta rotatividade de pessoal (turnover), ou seja, há muitos desligamentos de funcionários e entradas de outros para substituí-los, é provável que os colaboradores não estejam satisfeitos com o trabalho e, por isso, queiram sair.

Os benefícios corporativos são uma ótima maneira de reter os talentos, já que são um complemento para garantir melhor qualidade de vida. Além do salário, os colaboradores deixarão de gastar com itens importantes para sua vida, como transporte, saúde, educação, alimentação e outros.

E se a qualidade de vida da pessoa está conectada à empresa, é improvável que ela queira se desligar.

2.  A empresa tem dificuldade de atrair novos talentos

O benefício corporativo também é um ótimo chamariz para as oportunidades de trabalho. Faça uma avaliação: a empresa tem vagas abertas há bastante tempo, elas estão bem divulgadas, mas a empresa não consegue preenchê-las?

É possível que as pessoas, ao verificar o perfil da vaga, não se interessem pelo que a organização oferece e busquem por outros empregos mais atrativos.

Ao criar um plano de benefícios interessante, os próprios funcionários costumam “vestir a camisa” da empresa e divulgar para amigos e conhecidos sobre as vantagens de se trabalhar naquele lugar. É o que chamamos de Employer branding, ou seja, técnicas que criam uma boa imagem do negócio como um ótimo local para se trabalhar.

É o caso do Google, por exemplo, reconhecido pelo mercado como uma empresa que valoriza seus funcionários e têm benefícios de qualidade e criativos. Com isso, consegue despertar o desejo de bons profissionais para trabalhar na empresa.

3.  Sua equipe está improdutiva

Porque repensar os benefícios da empresa

A improdutividade pode estar ligada a centenas de fatores e é preciso fazer uma avaliação mais profunda em relação ao ambiente de trabalho, o clima organizacional, a fluidez da comunicação entre a equipe, o salário dos funcionários, falta de metas de desempenho bem definidas, dentre outros fatores.

Mas o principal deles costuma ser a insatisfação com o trabalho. Então, se a produtividade está baixa e o desempenho está aquém do esperado, é possível que aprimorar a política de benefícios dê uma motivação a mais aos empregados.

4.  A adesão aos benefícios corporativos é baixa

Outro sinal que mostra que você precisa repensar os benefícios é se você está investindo em ofertas que as pessoas não querem aderir.

Os auxílios existem para, de fato, ajudar os funcionários com suas questões pessoais e financeiras. Se a empresa oferece auxílio para compra de fraldas, mas os colaboradores não têm filhos nessa idade, o investimento será desperdiçado.

Procure fazer uma pesquisa para avaliar o perfil do corpo de colaboradores, como idade, gênero, classe social, e faça um mapeamento dos interesses deles, por meio de entrevistas. Assim, você encontrará o que eles realmente precisam e querem.

5.  Os empregados estão estressados

É preciso entender que benefício está ligado ao bem-estar. Os índices de profissionais com Burnout, estresse, ansiedade e outros transtornos mentais estão subindo a cada dia e um dos principais responsáveis por isso é o trabalho.

Se os colaboradores estão estressados, isso pode ser um sinal. Essa avaliação pode ser feita por meio da forma como os colegas de equipe se relacionam ou pela quantidade de faltas e atrasos por motivos médicos.

Além do controle de jornada de trabalho ou da flexibilização dos horários, de capacitar líderes para orientar e tratar bem suas equipes, é importante que a empresa ofereça uma política de bem-estar e qualidade de vida. É possível proporcionar:

  • Suporte e atendimento psicológico
  • Auxílio para atividades físicas (como desconto em academias)
  • Ginástica laboral
  • Salas de descompressão no ambiente interno da empresa
  • Quick massage
  • Parceria com clubes e espaços de lazer, dentre outros.

6.  Funcionários estão com problemas financeiros

O endividamento é um dos principais fatores de estresse e preocupação, que levam à perda de motivação e produtividade no trabalho.

Se os colaboradores estão com problemas financeiros, assim como a maioria dos brasileiros, a empresa pode (e deve) contribuir e não apenas com o salário.

Inclua no programa os benefícios corporativos financeiros, como:

  • Consultoria financeira;
  • Cursos para educação financeira;
  • Participação nos lucros (PLR);
  • Bonificações e premiações;
  • Auxílio home office;
  • Ajudas de custo e bolsas educacionais;
  • Empréstimo consignado privado, entre outros.

O empréstimo consignado privado é uma excelente alternativa para ajudar os funcionários a sair das dívidas. Isso porque, por ser vinculado à folha de pagamento e oferecido pela empresa, é possível conceder juros mais baixos que os empréstimos tradicionais. Com prestações mais baixas, o funcionário pode quitar suas dívidas mais altas com maior facilidade.

Quer entender melhor como implantar o empréstimo consignado como benefício corporativo? Então, acesse o link e contribua com o bem-estar financeiro dos seus colaboradores!

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